Estamos
no mês de agosto, mês vocacional. Durante este mês, queremos lhe apresentar a
Canção Nova, uma possibilidade que Deus dá a muita gente para viver seu chamado
vocacional. Muitos já vivem nela, mas o mais bonito é que Deus não nos quis
apenas Comunidade de Vida e Aliança, Ele fez de nós uma grande família e
agregou muitos a ela.
Deus sempre suscita carismas e missões para atender às necessidades urgentes do seu tempo. O Senhor tem feito isso com as Novas Comunidades, nas quais, de um modo novo, as pessoas consagram a própria vida à evangelização sem precisar ir para um mosteiro.
Lembro-me de que, em 1976, o então bispo da diocese de Lorena (SP), dom Antônio Afonso de Miranda, chamou-me em seu escritório tendo nas mãos a Encíclica de Paulo VI – “Evangelho Anunciante” – e disse-me que aquele documento era muito importante e que nós precisávamos colocá-lo em prática, porque os batizados não eram evangelizados. As palavras do bispo caíram em meu coração e percebi que elas eram inspiradas. Logo, ele acrescentou: "Como o senhor trabalha com jovens, comece por eles, porque é mais fácil". Claro que ele sabia que os adultos também estavam dispostos a trabalhar para a Igreja, mas estes estavam também mais compromissados com o trabalho e a família deles. Já os jovens eram ainda “matéria-prima”. Eu disse a Dom Antônio que ainda não sabia o que fazer, que pensaria e depois lhe daria uma resposta.
Deus sempre suscita carismas e missões para atender às necessidades urgentes do seu tempo. O Senhor tem feito isso com as Novas Comunidades, nas quais, de um modo novo, as pessoas consagram a própria vida à evangelização sem precisar ir para um mosteiro.
Lembro-me de que, em 1976, o então bispo da diocese de Lorena (SP), dom Antônio Afonso de Miranda, chamou-me em seu escritório tendo nas mãos a Encíclica de Paulo VI – “Evangelho Anunciante” – e disse-me que aquele documento era muito importante e que nós precisávamos colocá-lo em prática, porque os batizados não eram evangelizados. As palavras do bispo caíram em meu coração e percebi que elas eram inspiradas. Logo, ele acrescentou: "Como o senhor trabalha com jovens, comece por eles, porque é mais fácil". Claro que ele sabia que os adultos também estavam dispostos a trabalhar para a Igreja, mas estes estavam também mais compromissados com o trabalho e a família deles. Já os jovens eram ainda “matéria-prima”. Eu disse a Dom Antônio que ainda não sabia o que fazer, que pensaria e depois lhe daria uma resposta.

