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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Qual o valor da intercessão dos santos?

A Igreja Católica, desde os primeiros séculos, acredita que as pessoas que morrem perfeitamente santas, imediatamente vão para o céu; isto é, para a comunhão com Deus.
Outros vão para a comunhão com Deus após a purificação do Purgatório (cf. Cat. n.1030). Nos primórdios do cristianismo os cristãos já celebravam a Missa sobre o túmulo dos mártires nas catacumbas de Roma, para suplicar-lhes a intercessão.
O Concilio de Trento (1545-1563) em sua 25ª Sessão, confirmou que: “Os santos que reinam agora com Cristo, oram a Deus pelos homens. É bom e proveitoso invocá-los suplicantemente e recorrer às suas orações e intercessões, para que vos obtenham benefícios de Deus, por NSJC, único Redentor e Salvador nosso”.
Mesmo no Antigo Testamento já encontramos uma base bíblica desta intercessão dos que já estão na glória de Deus. Está no segundo livro de Macabeus (2 Mac 15,11-15). O povo judeu estava em guerra contra os gentios gregos, liderados por Judas Macabeus, por volta do ano 160 antes de Cristo. Para levantar o ânimo dos guerreiros, Judas contou-lhes a visão que teve, onde Onias, sacerdote já falecido e profeta Jeremias, também falecido, intercediam por eles:

Como surgiu o terço da Divina Misericórdia?

“Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro”

Jesus ensinou a Santa Faustina o Terço da Misericórdia e pediu que o espalhasse pelo mundo; graças a Deus se espalhou; é uma fonte de graça e de misericórdia, especialmente para os moribundos.

Segundo o Diário de Santa Faustina, a partir de uma visão em 13 de setembro de 1935, Irmã Faustina escreveu: “Eu vi um anjo, o executor da cólera de Deus […] a ponto de atingir a terra […] Eu comecei a implorar intensamente a Deus pelo mundo, com palavras que ouvia interiormente. À medida em que assim rezava, vi que o anjo ficava desamparado, e não mais podia executar a justa punição […]”.