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domingo, 15 de dezembro de 2019

Centenas de profissionais de saúde na Irlanda do Norte se recusam a praticar o aborto. Menos de 7% fariam o “procedimento”.

Um médico da Irlanda do Norte assegurou que coletou as assinaturas de 911 profissionais de saúde da região que se recusarão a realizar abortos, após a nova medida que ampliou as causas para essa prática. 

Andrew Cupples, clínico geral da Irlanda do Norte, coletou as assinaturas para uma carta que enviou ao Secretário da Irlanda do Norte no mês passado. O texto, assinado pelos médicos, enfermeiras e parteiras, manifesta a oposição às novas leis sobre o aborto e exige fortes proteções à objeção de consciência para garantir que aqueles que se opõem ao aborto possam optar por não realizá-lo nem ajudar com o procedimento, informou o jornal ‘The Independent’. 

“Centenas de profissionais de saúde na Irlanda do Norte se recusarão a participar de serviços de aborto. Existem até pessoas que planejam se retirar do serviço de saúde se forem forçadas a participar em abortos”, mencionou Dr. Cupples a ‘The Independent’. 


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Nota da CNBB sobre o aborto em que se posiciona em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana

Estamos publicando a Nota da CNBB sobre o aborto. O Arcebispo de Fortaleza, dom José Antonio, solicita que seja divulgada ao maior número possível de fiéis e em todos os meios que dispomos para tanto. Conforme e-mail enviado por Leonardo U. Steiner, Secretário-Geral as CNBB, aos bispos dando ciência da nota e pedindo a divulgação.
Escreve dom Leonardo:
“Estão no Supremo Tribunal Federal duas ações que buscam legalizar o aborto. Como poderão ir a julgamento a qualquer momento, a Presidência elaborou a Nota que segue anexo. Pedimos aos irmãos bispos a gentileza de dar conhecimento da Nota às comunidades, aos meios de comunicação. Na Semana em que celebramos a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, a plenitude da vida humana, é importante dar ciência da nossa posição em relação à vida desde a sua concepção.”

Leia a Nota: 
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
PELA VIDA, CONTRA O ABORTO
“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio” (Didaquê, século I)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural . Condena, assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Aborto: 37 milhões de homens chineses NUNCA se casarão porque suas futuras esposas foram ELIMINADAS de forma seletiva.



A Presidente de Direitos da Mulher Sem Fronteiras, Reggie Littlejohn, denunciou que o total de abortos realizados na China pela política do filho único “é maior que toda a população dos Estados Unidos”, e muitos deles “são forçados, inclusive estando no nono mês de gravidez” assim como o são as esterilizações e o controle restritivo da natalidade. “Esta é uma verdadeira guerra contra as mulheres”, afirmou.
Littlejohn, em diálogo com o grupo ACI, assinalou que os efeitos negativos desta política estão generalizados na sociedade e prejudicam principalmente às mulheres e têm um impacto severo na sua saúde, assim como na saúde mental do país.
“Alguns abortos forçados são tão violentos que as próprias mulheres morrem (…) junto com seus bebês”, e as esterilizações forçadas “causam complicações de saúde para toda a vida”.
Explicou que o aborto seletivo por sexo dá lugar a “aproximadamente 37 milhões de homens chineses que nunca se casarão porque suas futuras esposas foram eliminadas de forma seletiva, e este desequilíbrio na demografia promove de maneira poderosa o tráfico de mulheres e a escravidão sexual” em todo o sudeste da Ásia.
Inclusive o Departamento de Estado dos Estados Unidos reconhece que “a tradicional preferência pelos filhos homens, (e) as políticas de redução de natalidade” são alguns dos principais fatores para que a China tenha “a taxa mais alta de suicídio feminino de qualquer país do mundo, aproximadamente 590 mulheres ao dia”, indicou.
“O aborto forçado destroça as mulheres psicologicamente”, expressou Littlejohn e pediu que “aqueles que se opõem à política ajudem as mulheres no país a resistir às pessoas que as obrigam a abortar ou abandonar suas filhas”.

Você sabe a diferença entre Estado laico e Estado laicista?



Um dos argumentos utilizado pelos defensores do aborto e de outras aberrações morais é a de que o Estado é laico e, por isso, os cristãos não deveriam opinar sobre as decisões que os governantes tomam (ou deixam de tomar) na área ética.
Tal pensamento, contudo, é errôneo, se bem entendermos o que é realmente um Estado laico, de acordo com o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, em seu n. 572: “O princípio da laicidade comporta o respeito de toda confissão religiosa por parte do Estado, ‘que assegura o livre exercício das atividades cultuais, espirituais, culturais e caritativas das comunidades dos crentes. Numa sociedade pluralista, a laicidade é um lugar de comunicação entre as diferentes tradições espirituais e a nação’ (João Paulo II, Discurso ao Corpo Diplomático (12 de Janeiro de 2004), 3:L’Osservatore Romano, ed. em Português, 17 de Janeiro de 2004, p. 7)”.
Infelizmente permanecem ainda, inclusive nas sociedades democráticas, expressões de laicismo intolerante, que hostilizam qualquer forma de relevância política e cultural da fé, procurando desqualificar o empenho social e político dos cristãos, porque se reconhecem nas verdades ensinadas pela Igreja e obedecem ao dever moral de ser coerentes com a própria consciência; chega-se também e mais radicalmente a negar a própria ética natural.”

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Dilma Rousseff aprova lei que promove aborto no Brasil, 4 dias depois da visita do Papa


BRASILIA, 02 Ago. 13 / 04:40 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em 1º de agosto, quatro dias depois do final da visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro (Brasil) com ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, a presidente deste país, Dilma Rousseff, aprovou e converteu em lei o projeto PLC 3/2013, que abre as portas à distribuição de um fármaco abortivo em todo o sistema sanitário do país.
Depois de ser publicada a lei hoje, 2 de agosto, no Diário Oficial da União, os centros médicos do Brasil estarão obrigados a administrar a pílula abortiva do dia seguinte às mulheres que tenham sofrido uma violência sexual, até 72 horas depois do crime sem necessidade de que se comprove o fato.
A chefa da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do governo brasileiro, a promotora da legalização do aborto Eleonora Menicucci, defendeu a decisão de Dilma Rousseff, assegurando que esta assinou a lei em sinal de "respeito pelo Congresso e pelas mulheres".
Em declarações à imprensa brasileira nesta sexta-feira, 2 de agosto, Menicucci assegurou que esta norma terá um "impacto positivo na prevenção do aborto nas mulheres vítimas de violência sexual", ao mesmo tempo que admitiu que a norma contempla a abortiva "anticoncepção de emergência".
"Este projeto ajuda a garantir o cumprimento e diminuir o dano causado às vítimas de violência sexual. Devemos ter a solidariedade, a humanidade, o respeito às mulheres e crianças que sofrem a violência sexual", disse a ativista abortista que hoje trabalha no governo do Brasil.
O ministro da Secretaria da Presidência, Gilberto Carvalho, indicou que com esta nova lei se está legalizando "um apoio humanitário".

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Atriz de Bollywood se suicida ao não poder superar depressão por aborto e abusos Jiah Khan



LONDRES, 14 Jun. 13 / 01:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- A atriz britânico-índia Jiah Khan, que participou de importantes filmes de Bollywood, o Hollywood da Índia, cometeu suicídio enforcando-se no dia 2 de junho em Mumbai (Índia), depois de não poder superar a depressão pelo aborto de seu bebê e supostos abusos do seu companheiro.
Em uma carta em que explicava as razões do seu suicídio, dirigida ao seu namorado, Suraj Pancholi, a jovem de 25 anos escreveu "abortei o nosso bebê", o que "me magoou profundamente".
"Tinha medo de ficar grávida, mas me entreguei completamente a ti", escreveu em sua carta a atriz, assegurando ao seu namorado que "a dor que me causaste todos os dias destruiu cada pedacinho de mim, destruiu a minha alma".
"Não posso comer nem dormir ou pensar ou funcionar", disse, explicando seu suicídio ao escrever que "estou escapando de tudo. Depois de toda dor, do estupro, do abuso, da tortura que vi anteriormente, não merecia isto".
A carta foi encontrada pela irmã caçula da atriz em uma bolsa, e foi difundida pela mãe de Jiah com a intenção de desmentir as especulações da imprensa local, que assegurava que o suicídio estava relacionado com a carreira de Jiah.
As autoridades policiais confirmaram que, tal como escreveu em sua carta, Jiah se submeteu a um aborto a inícios de 2013, o qual, de acordo à declaração do médico que a atendeu, realizou-se com pílulas.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Cifras do aborto na América Latina aumentaram 18 vezes


Um grupo de cientistas publicou recentemente um artigo desmentindo as "infladas" cifras sobre o aborto na América Latina difundidas pelo abortista Instituto Guttmacher, que em alguns casos chegou a superestimar em 18 vezes a cifra real.
O artigo científico, titulado  Sobrestimación del aborto inducido en Colombia y otros países latinoamericanos" (Superestimação do aborto induzido na Colômbia e outros países da América Latina), revela que para obter a cifra difundida pelo Instituto Guttmacher, dos supostos 400.400 abortos realizados na Colômbia em 2008, " não há dados objetivos baseados em eventos da vida real, a estimativa é baseada em números imaginários".
Na análise, os especialistas revisaram detalhadamente o método de estimativa do Instituto Guttmacher, "para as implicações que este relatório poderia ter sobre diferentes áreas de interesse".
Os cientistas latino-americanos, entre os quais se encontra o chileno Elard Koch, criticaram que no estudo difundido pelo instituto abortista "toda a estimativa se apóia em números imaginários subjacentes de opiniões".